Blog do Barão

O Blog do Barão é um blog anarco-fascicoiso com laivos de Trotskismo estalinista de indole neoliberal esquerdeira e sidicalital estando imediatamente posicionado à esquerda de quem está à direita e à direita de quem está à esquerda exactamente em posiçao antagónica de quem está ao centro.

quinta-feira, novembro 02, 2006

Apresentação




















Mais informações no blogue: http://coisas-do-burro.blogspot.com/

um abraço deste vosso amigo
Barão da Tróia

sexta-feira, junho 16, 2006

Os Parolos e os Labregos

Suponho, que viram a cerimónia de abertura do Mundial, que parolice, aqueles Alemães são do mais piroso que deve existir. Então vão usar a cerimónia de abertura do campeonato do mundo de futebol, cerimónia vista por milhões de pessoas por esse mundo fora, dizia eu, vão abrir a cerimónia com folclore, com gajos vestidos de calções de cabedal a tocar chocalhos e a dançar danças tradicionais da sua cultura, mostrando assim a sua raiz etnográfica e cultural ao mundo, que parolos, que idiotas, se fosse cá em Portugal a coisa seria realmente boa, com uma boa dose de Rap ou hip-hop, à mistura com umas coreografias intrincadas par aguçar o engenho e despertar o sono, ou ainda com uma boa kizomba, que como se sabe é uma música tradicional portuguesa.
Os Alemães são uns parolos de primeira, onde já se viu elevar o Folclore à dimensão de espectáculo cultural, que tristeza, deviam vir a Portugal, nós cá é que sabemos da poda, Folclore vem no fim do cartaz e quando não existe mais nada, serve só par encher e para os velhadas estarem de boca aberta.
Por cá os labregos, voltam a fazer das suas, não saber o hino pode vir a ser factor de não atribuição da nacionalidade portuguesa, caramba vamos perder 9 milhões de almas, a maioria não sabe o hino, num jornal diário, 4 entrevistados, achavam mal esta medida, confessando que dos 4 só 1 sabia o hino nacional, outra novidade que já deu discussão ao mais alto nível, tem sido a questão da bandeira nacional, com o afã nacionalista do mundial, andam aí uns labregos a usar as cores nacionais, para vender publicidade, um ilustre constitucionalista disse, e eu concordo, que isto é uma questão de civismo, não é uma questão criminal.
Numa e noutra situação, fica bem patenteado os labregos que somos, não temos respeito por quem somos, pelo que fomos e muito menos pelo que iremos ser, como diz um amigo meu”Pá se os gajos de valor foram os que se meteram ao mar par ir descobrir outras terras, o que cá ficou foi a escumalha, o que explica bem porque está esta terra como está”.

Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia

terça-feira, abril 18, 2006

Mudei de casa estou num apartamento novo: http://baraodatroia2.blogspot.com

Um abraço deste vosso amigo

Barão da Tróia

quarta-feira, abril 05, 2006

A Produtividade (Lenda dos Tempos Modernos)

O papão da produtividade, palavrão tão caro aos nossos pseudo governantes e pseudo empresários que se arrastam nesta terra esquecida por Deus, faz das suas todos os dias, ontem era mais uma fábrica que fechava lá para o Norte, desculpa para o fecho, a famosa falta de produtividade.
De repente a falta de produtividade entrou portas adentro da psique colectiva do povaléu ignaro e pimba, qualquer tragalhadanças medíocre que ocupe uma pasteca ministerial se arroga o direito de “cagar postas de pescada acerca do assunto”. A alegada, adoro este termo politicamente correcto até vou repetir, a alegada falta de produtividade serve para tudo, despedimentos individuais e colectivos mais ou menos ilegais, arrepios ao Código de Trabalho, coisa que muito bem sabe quem trabalha jamais funcionou em terras de Camões. Perseguições aos funcionários públicos eterna raiz de todos os males deste país, perseguições sectoriais diga-se de passagem que estas perseguições são selectivas, nada de tocar nos médicos, nos juízes e noutra rapaziada dessa laia.
Ora vamos supor que uma empresa que produz hoje dez caixas de fósforos, passa a partir de amanhã após um esforço titânico a produzir cinquenta, o mercado nacional, que é aquele a que a maioria das empresas estão reduzidas, só absorve quinze caixas, que se fará ao produto restante.
Pois é, a falta de politicas e estruturas de mercado, a falta de agressividade do produto nacional, a falta de visão de Cavacos, Guterres, Durões, Sócrates e quejandos, deita por terra a falácia da produtividade, como muito bem sabem os produtores nacionais de leite, de batata, de carne, de fruta só para citar alguns exemplos.
O nosso mercado deveria ter sido estruturada a partir de 1986, para os reais desafios de hoje, infelizmente não o foi, abriu-se o precedente da subsídiocracia e agora é o descalabro, agora os arautos do neo liberalismo globalizante e bacoco descobrem a pólvora e lançam ao ar a falta de produtividade, que grande falácia. Quando a culpa é dessas araras boieiras que andaram a dormir na forma todos estes anos, cuidando somente de encher os bolsos.
Já agora toda aquela caterva de ministros, secretários de estado, administradores e deputados, produz o quê?

Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia

segunda-feira, março 27, 2006

Somos um país rico!

Apesar dos relatórios da OCDE dizerem que somos uns tristes, governados por incompetentes, as evidências apontam precisamente para o contrário, senão atentem nestes exemplos.
Apesar do preço da gasolina, o Zé Povinho continua a levar a carripana para todo o lado, raros são os idiotas que andam a pé, de bicicleta ou de transportes públicos, o que a maralha prefere mesmo é acelerar à fartazana pelas estradecas do burgo, tenho o exemplo aqui da parvónia onde habito, em meia hora a pé damos a volta à terra, no entanto pela manhã e a partir das 6 horas é o caos com carros por todo o lado, é a vida stressante da cidade, existe gente que para irem tomar um café na pastelaria da esquina levam o carro.
Nos anos 60 apesar dos grandes problemas que tínhamos, os nossos rios ainda apresentavam condições de serem recuperados, hoje 90% estão mortos ou em vias de morrer, de tão poluídos que estão, colocando em risco 70% das nossas reservas de água potável. E a estupidez continua, Etar’s que não funcionam, a endémica porcalhice do Lusitano e a completa ausência de regras de civilidade em prol do ambiente que é de todos.
A Noruega, país conhecido por ser soalheiro, tem uma taxa de aproveitamento de mais de 50% da energia solar, nós pelo contrário andamos pelos 10% pouco mais, o que leva a pensar que com todo este Sol, somos incompetentes ou mesmo estúpidos.
Incentiva-se a reciclagem mas depois não se criam centrais de triagem que permitiam efectivamente o reaproveitamento eficiente do material reciclado, mais uma vez fica demonstrada a incúria e a propensão do Português para o disparate e para estupidez.
Por estes modestos exemplos se vê que na verdade somos um país rico e cheio de recursos, que alarvemente desperdiçamos.

Um abraço deste vosso amigo
Barão da Tróia

quinta-feira, março 23, 2006

O Exemplo do Canadá

O Canadá é um país exemplar, não isento de problemas verdade seja dita, mas é um bom exemplo de civilidade de respeito pelo próximo e de desenvolvimento e preocupação social.
O Canadá vai repatriar 15 mil Portugueses ilegais, sem dó nem piedade, atente-se que não são escumalha, estamos a falhar de gente trabalhadora, mas porque ilegal, não tem descontos logo não ajudam a promover a economia do país, colhe as benesses do país sem assumir os deveres que devem cumprir, típico dos Portugueses. Logo vão ser expatriados e bem na minha modesta opinião.
Por cá é o contrário, reina o facilitismo, reina o disparate, qualquer galfarro nojento aterra aqui e faz o que bem quer e lhe apetece sem ser importunado, deveríamos atentar no exemplo do Canadá, deveríamos ver nesse exemplo um exemplo a seguir, afinal por muito doloroso que seja um país não pode ser uma Misericórdia que acolhe de braços abertos toda a tropa fadanga que por aqui borda.
A nova Lei da Nacionalidade é um disparate que vem avolumar ainda mais o problema que já temos, não deve entrar ninguém neste país que não possua trabalho, que não possua dinheiro para voltar para a sua terra, quem nasce neste país recebia dupla nacionalidade, a Portuguesa e a do país de origem dos pais, caso cometesse crimes seria retirada a nacionalidade e expulso do país sem apelo nem agravo, essa sim seria uma boa medida de integração.
Por muito triste que seja o Canadá deu-nos um exemplo de como deve funcionar um país civilizado, ajudar quem produz e faz prosperar o país, penalizando quem prevarica e se põe de parte. Infelizmente Portugal é um país sem rei nem roque onde impera o improviso e o disparate, um dia talvez um dia seremos civilizados.

Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia

segunda-feira, março 20, 2006

Guerra Civil

Por definição o termo “Guerra Civil”, implica a existência de duas ou mais facções armadas que se digladiam por algum motivo. Caracterizando-se por aquilo a que os entendidos classificam de conflitos de baixa intensidade, ou seja sem recurso a grandes campos de batalha no sentido clássico, os contendores por norma intensificam a seu combate em zonas urbanas, com incursões punitivas ao interior rural com objectivo de dizimar partidários do opositor.
È neste estado que Portugal vive há alguns anos, a luta entre o civismo, o respeito e a educação contra a estupidez a boçalidade e cretinice. É um conflito de baixa intensidade, que vai paulatinamente provocando vitimas, que opõe várias facções armadas, umas realmente armadas outras só armadas em parvas, a uma minoria desarmada civilizada e respeitadora.
À cabeça das facções armadas temos os Ciganos, que continuam a não aceitar a civilidade e o respeito pelo próximo como regra essencial da sã convivência entre as pessoas, encontramos também os novos fenómenos de delinquência juvenil de bandos de Pretos dos bairros problemáticos que apóstolos da Globalização, abraçaram os belos exemplos dos seus irmãos dos Estados Unidos e aí vai disto, por último temos o Lixo Branco, rapaziada que desistiu de trabalhar porque faz doer as costas e dedica-se ao roubo que é muito mais fácil, estas são as facções armadas, existem depois as facções armadas em parvas, como os políticos, os médicos, os juízes os presidentes de câmara/presidentes de clubes de futebol e os papa subsídios profissionais, malta que continua a viver acima da lei que dita para os outros, esburgando o seu soldo a quem trabalha.
Então e se um dia essa minoria desarmada civilizada e respeitadora, ganhar coragem e pegar em armas e começar a responder como será, até porque essa minoria é a maioria só é minoria porque não reage. E se começar a reagir, a queimar bairros problemáticos e a enforcar a escumalha que por aí anda, nesse dia será oficial teremos uma Guerra Civil, uma guerra civil oficializada, que por agora toda a gente parece não querer ver nem dar solução.

Um abraço, deste vosso amigo
Barão da Tróia

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